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O QUE
ME DÓI
NEM ÀS
PAREDES
CONFESSO.

TUDO ISTO
EXISTE
TUDO ISTO
É TRISTE
TUDO ISTO
É DOR.

É UMA
DOENÇA
PORTUGUESA
COM
CERTEZA.

VOU FALAR
ATÉ QUE
A VOZ
ME DOA.

O QUE
ME DÓI
NEM ÀS
PAREDES
CONFESSO.

TUDO ISTO
EXISTE
TUDO ISTO
É TRISTE
TUDO ISTO
É DOR.

É UMA
DOENÇA
PORTUGUESA
COM
CERTEZA.

VOU FALAR
ATÉ QUE
A VOZ
ME DOA.

Silêncio que se vai falar de dor.

A dor crónica é uma doença que acompanha o dia a dia
de milhares de pessoas em Portugal1.

Tornando a dor visível não é possível ignorá-la, por isso lançamos uma campanha que quer pôr os portugueses afinados com este importante problema de saúde pública. O fado, um dos ícones máximos da cultura nacional, dá o mote à iniciativa, em que os versos de grandes fadistas se juntam para dar voz à dor crónica. Porque, afinal, a dor não tem de ser um fado. Nem o seu, nem o de ninguém.

Dor crónica
Dor crónica

Para cerca de 40% da população portuguesa1, a melodia que se faz ouvir diariamente é a do triste fado da dor. Este fado pode durar meses, anos ou até uma vida. Conheça a realidade da dor crónica em Portugal.

Dor crónica
conselhos para
a rotina diária

Manter uma atitude positiva em relação à dor crónica é o primeiro e mais importante passo para recuperar o controlo da sua vida. Descubra algumas ferramentas que o podem ajudar.

Dor crónica
Exercícios

Se quem canta seus males espanta, quem pratica exercício pode aliviar a sua dor. Descubra uma série de movimentos simples, criados para ajudar a fortalecer os seus músculos e proteger as suas articulações.

São mitos portugueses com certeza.

Conheça alguns dos mitos que ainda se ouvem sobre a dor.

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    A DOR CRÓNICA NÃO É UMA DOENÇA.

    Se a lesão está tratada mas a dor continua passados 3-6 meses, essa dor já passou a ser uma doença. A dor crónica está associada a incapacidade, afastamento social, alterações na líbido, mudanças na dinâmica familiar, desequilíbrio económico e falta de esperança2.

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    ESTÁ TUDO NA CABEÇA DAS PESSOAS
    QUE SE QUEIXAM DEMAIS.

    Talvez o mito mais prejudicial para quem sofre de dor crónica. De facto, existe uma componente emocional associada à dor crónica. Por exemplo, a ansiedade ou a depressão podem agravar a doença. No entanto, a dor é uma experiência física e emocional desagradável, que não deve ser desvalorizada2

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    A DOR É UMA PARTE INEVITÁVEL
    DO ENVELHECIMENTO.

    Não é suposto que uma pessoa saudável acorde todos os dias com dor. Em alguns casos, a dor crónica até é menos frequente com o avançar da idade. Por exemplo, nos casos de lombalgia ou cervicalgia3.

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    AS PESSOAS COM DOR DEVEM FICAR
    NA CAMA A REPOUSAR.

    Se no passado os doentes eram aconselhados a repousar, hoje o movimento é recomendado como parte da estratégia para controlar a dor. O exercício físico pode ser particularmente benéfico na maioria das dores de origem musculoesquelética, como a lombalgia ou a osteoartrose2.

 
Referências

Referências

1. Azevedo LF, Costa-Pereira A, Mendonça L, Dias CC, Castro-Lopes JM. Epidemiology of Chronic Pain: A Population-Based Nationwide Study on Its Prevalence, Characteristics and Associated Disability in Portugal. J Pain. 2012 Aug;13(8):773-83.
 

2. Ritto C, Rocha FD, Costa I, Diniz L, Raposo MB, Pina PR, Milhomens R, Faustino SA. Manual de Dor Crónica. 2ª Edição. Janeiro 2017.
 

3. Thielke S, Sale J, Reid CM. Aging: are these 4 miths complicating care? J Fam Pract. 2012 Nov; 61(11): 666–670.