
SABIA QUE? O PONTO DE PARTIDA PARA O CONTROLO EFICAZ DA DOR ASSENTA NUMA AVALIAÇÃO CLÍNICA COMPLETA
Milhões de pessoas sofrem diariamente com dor crónica. Para além da dor propriamente dita, um dos principais problemas é que a dor crónica, à partida, é invisível para as outras pessoas. Por esse motivo, o exame clínico e a avaliação do doente com dor crónica requerem uma análise detalhada – esta análise não se deve restringir à história da dor e à história do doente, devendo também explorar o percurso de tratamento da dor e incluir uma avaliação detalhada dos fatores psicossociais.
AVALIAR A DOR É MAIS DO QUE MEDIR A INTENSIDADE DA DOR
Escalas de avaliação da dor
O doente tem de determinar a intensidade da dor, quer no momento da avaliação inicial, quer durante o tratamento para poder avaliar a sua eficácia. Como não existem métodos práticos objetivos de medição da dor, essa informação tem de ser obtida através de escalas. A determinação da intensidade da dor é sempre subjetiva. Contudo, as escalas permitem que o médico fique com uma ideia mais aproximada da perceção do doente.1-4




